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Fausto Padrão Jr.

Nova fábrica da Coca-Cola Andina: uma Indústria 4.0

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Formado em Engenharia Mecânica na Universidade de Brasília com ênfase em automação de processos, e pós-graduação em Administração Estratégica em Sistemas de Informação, pela FGV, construiu sua carreira como Engenheiro Industrial em fábricas de engarrafadoras de bebidas (Coca-Cola), atuando por duas décadas como gerente nas áreas de Engenharia Industrial e Projetos, Manutenção e Procurement, desenvolvendo processos por meio de filosofias de excelência operacional.

Trabalhou também como professor de Automação e Processos Industriais em faculdades de Engenharia. Com o foco em automação industrial, desenvolveu projetos de controle, automação e implantação de sistemas, tornando-se especialista em sistemas MES/MOM e em processos voltados para a Indústria 4.0. Atualmente como gerente de Engenharia da ANDINA Brasil, além de outras atividades, é o responsável pelo projeto e construção, no estado do Rio de Janeiro, da mais moderna fábrica de Refrigerantes da empresa.

Nova fábrica da Coca-Cola Andina: uma Indústria 4.0

Brasil recebe a primeira fábrica da Coca-Cola no padrão Indústria 4.0  Localizada no Rio de Janeiro a nova fábrica está em fase de pré-operação e contará com tecnologias de IoT, Analytics, Machine Learning e Realidade Aumentada.  A Coca-Cola Andina, produtora e distribuidora dos produtos licenciados pela Coca-Cola Company, atuando no Brasil, Argentina, Chile e Paraguai, está finalizando a construção de uma nova fábrica 100%  aderente aos conceitos de Indústria 4.0, localizada em Duque de Caxias, na Região metropolitana da cidade do Rio de Janeiro.
A companhia, que é uma das três maiores engarrafadoras da América Latina, tem como objetivo que a nova fábrica seja uma referência em inovação, sustentabilidade e automação em âmbito mundial.  Fausto Padrão, gerente de engenharia da Coca-Cola Andina, explica: “A fábrica foi desenhada para ser eficiente. Com isso, teremos redução no tempo de máquina parada, melhor uso dos ativos, economia de energia e de insumos, e maior eficiência na produção, gerando queda no custo total de operação. Com isso, teremos redução no tempo de máquina parada, melhor uso dos ativos, economia de energia e de insumos, e maior eficiência na produção, gerando queda no custo total de operação, com enorme ganho de produtividade”