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July Rizzo

18/10 - 16h15 - Palco Future Ready

Inteligência Artificial ou Inteligência Emocional: quem vai ganhar?

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Engenheira de Computação com Mestrado pela Escola Politécnica da USP, MBA em Gestão de TI pela FGV e Pós-MBA em Neurobusiness também pela FGV. Além de coach certificada pela Erickson Coaching International. Focada em ajudar as pessoas a melhorarem seus negócios e a si próprias, trabalha há mais de 12 anos nas áreas de Business Intelligence, Qualidade e Governança de Dados, Banco de Dados, Soluções Cloud e Machine Learning.

Na SAP desde 2006, atuou nas áreas de consultoria e arquitetura e desde 2015 faz parte do time de pré-vendas. Além disso, atua como coach interna na SAP (como parte do programa SAP Internal Coaching/Global Coaching Practice) e também externa desde 2017.

Inteligência Artificial ou Inteligência Emocional: quem vai ganhar?

Muitos estudos têm aparecido nos últimos meses sobre o impacto da Inteligência Artificial (IA) nos empregos do século XXI. A BCC Research apontou que investimentos em IA devem somar US$15,2 bi em 2019, e a CB Insights aponta que 10mi de empregos correm o risco de desaparecer nos próximos 5 a 10 anos. Chatbots já estão sendo utilizados no atendimento a clientes e algoritmos de IA ajudam as empresas a tomarem melhores decisões em áreas como Finanças e Marketing.

Neste ambiente tecnológico, como ficam os humanos? Serão massivamente substituídos? Haverá uma série de pessoas incapazes de conseguir emprego dadas suas qualificações? Entenda as principais diferenças da Inteligência Emocional frente à Artificial e quais aspectos dos seres humanos (ainda) não são substituíveis. Veja como os estudos e avanços da Neurociência nos auxiliam a entender essa diferenciação de Homem e Máquina e como técnicas de coaching podem nos ajudar a nos prepararmos e a preparar nossos colaboradores para o mercado de trabalho das próximas décadas.

Temas que serão discutidos: